sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

“Entre irmãos se aprende a convivência humana”, diz o papa Francisco



Na Quarta-feira de Cinzas, 18, o papa Francisco falou da vocação do irmão e da irmã na família. Dando continuidade às catequeses sobre a família, o papa apresentou reflexão sobre a passagem bíblica de Caim e Abel e chamou atenção para as relações dolorosas de conflito, de traição, de ódio entre irmãos.
“A quebra do vínculo entre irmãos é uma coisa bruta e má para a humanidade. Também em família, quantos irmãos brigam por coisas pequenas, ou por uma herança e depois não se falam mais, não se saúdam mais. Isto é ruim!”, disse Francisco.
Ao final da catequese, o papa sugeriu para que todos rezem por seus irmãos. “Em silêncio cada um de nós, pensemos nos nossos irmãos, nas nossas irmãs e em silêncio do coração rezemos por eles”, disse.
Confira a íntegra da mensagem:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia.
No nosso caminho de catequeses sobre família, depois de ter considerado o papel da mãe, do pai, dos filhos, hoje é a vez dos irmãos. “Irmão” e “irmã” são palavras que o cristianismo ama muito. E, graças à experiência familiar, são palavras que todas as culturas e todas as épocas compreendem.
A ligação fraterna tem um lugar especial na história do povo de Deus, que recebe a sua revelação no vivo da experiência humana. O salmista canta a beleza da ligação fraterna: “Eis como é belo e como é doce que os irmãos vivam juntos!” (Sal 132, 1). E isto é verdade, a fraternidade é bonita! Jesus Cristo levou à sua plenitude também esta experiência humana de ser irmãos e irmãs, assumindo-a no amor trinitário e potencializando-a de forma que vá bem além das ligações de parentesco e possa superar todo muro de estranheza.
Sabemos que quando a relação fraterna se arruína, quando se arruína as relações entre irmãos, se abre o caminho a experiências dolorosas de conflito, de traição, de ódio. A passagem bíblica de Caim e Abel constitui o exemplo deste êxito negativo. Depois do assassinato de Abel, Deus pergunta a Caim: “Onde está Abel, o teu irmão?”(Gen 4,9a). É uma pergunta que o Senhor continua a repetir a cada geração. E, infelizmente, não cessa de se repetir também a dramática resposta de Caim: “Não sei. Sou talvez eu o protetor do meu irmão?” (Gen 4,9b).  A quebra do vínculo entre irmãos é uma coisa bruta e má para a humanidade. Também em família, quantos irmãos brigam por coisas pequenas, ou por uma herança e depois não se falam mais, não se saúdam mais. Isto é ruim! A fraternidade é uma coisa grande, quando se pensa que todos os irmãos habitaram o ventre da mesma mãe durante nove meses, vêm da mesma carne da mãe! E não se pode romper a fraternidade. Pensemos um pouco: todos conhecemos famílias que têm irmãos divididos, que brigaram; peçamos ao Senhor por estas famílias – talvez na nossa família há alguns casos – que os ajude a reunir os irmãos, a reconstituir a família. A fraternidade não deve ser rompida e quando se rompe acontece o que aconteceu com Caim e Abel. Quando o Senhor pergunta a Caim onde está o seu irmão, ele responde: “Mas, eu não sei, a mim não importa o meu irmão”. Isto é bruto, é uma coisa muito dolorosa de ouvir. Nas nossas orações sempre rezemos pelos irmãos que se dividiram.
A ligação de fraternidade que se forma em família entre os filhos, se acontece em um clima de educação à abertura aos outros, é a grande escola de liberdade e de paz. Na família, entre irmãos, se aprende a convivência humana, como se deve conviver em sociedade. Talvez nem sempre somos conscientes disso, mas é justamente a família que introduz a fraternidade no mundo! A partir dessa primeira experiência de fraternidade, alimentada pelos afetos e pela educação familiar, o estilo de fraternidade se irradia como uma promessa sobre toda a sociedade e sobre relações entre os povos.
A benção que Deus, em Jesus Cristo, derrama sobre este vínculo de fraternidade o dilata de um modo inimaginável, tornando-o capaz de ultrapassar toda diferença de nação, de língua, de cultura e até mesmo de religião.
Pensem o que se torna a ligação entre os homens, mesmo muito diferentes entre eles, quando podem dizer do outro: “Este é como um irmão, esta é como uma irmã para mim!”. Isso é belo! A história mostrou o suficiente que, mesmo a liberdade e a igualdade, sem fraternidade, podem se encher de individualismo e de conformismo, também de interesse pessoal.
A fraternidade em família resplandece de modo especial quando vemos a preocupação, a paciência, o afeto de que são circundados o irmãozinho ou a irmãzinha mais frágil, doente ou portador de necessidades especiais. Os irmãos e irmãs que fazem isso são muitos, em todo o mundo, e talvez não apreciamos o suficiente sua generosidade. E quando ou irmãos são tantos na família – hoje, cumprimentei uma família que tem nove filhos – o maior ou a maior ajuda o pai, a mãe a cuidar do menor. E é bonito este trabalho de ajuda entre os irmãos.
Ter um irmão, uma irmã que te quer bem é uma experiência forte, impagável, insubstituível. Do mesmo modo acontece para a fraternidade cristã. Os menores, os mais frágeis, os mais pobres devem nos sensibilizar: têm “direito” de nos tomar a alma e o coração. Sim, esses são nossos irmãos e como tais devemos amá-los e cuidar deles. Quando isso acontece, quando os pobres são como de casa, a nossa própria fraternidade cristã retoma a vida. Os cristãos, de fato, vão ao encontro dos pobres e frágeis não para obedecer a um programa ideológico, mas porque a palavra e o exemplo do Senhor nos dizem que todos somos irmãos. Este é o princípio do amor de Deus e de toda justiça entre os homens. Sugiro a vocês uma coisa: antes de terminar, faltam poucas linhas, em silêncio cada um de nós, pensemos nos nossos irmãos, nas nossas irmãs e em silêncio do coração rezemos por eles. Um instante de silêncio.
Bem, com essa oração levamos todos, irmãos e irmãs, com o pensamento, com o coração, aqui na praça para receber a benção.
Hoje, mais do que nunca, é necessário levar de volta a fraternidade ao centro da nossa sociedade tecnocrática e burocrática: então também a liberdade e a igualdade tomarão suas corretas entonações. Por isso, não privemos as nossas famílias da beleza de uma ampla experiência fraterna de filhos e filhas. E não percamos a nossa confiança na amplitude de horizonte que a fé é capaz de trazer desta experiência, iluminada pela benção de Deus.
CNBB com News.va.

Peregrinação da Família Consolata encerra ano dedicado ao fundador



O Santuário de Santa Teresinha do Menino Jesus, em São Manuel (SP), foi escolhido pela Família Consolata para uma Peregrinação especial, no último domingo, 15, quando se encerraram as atividades do Ano dedicado ao Bem-aventurado José Allamano.
O Santuário lotou para a missa presidida pelo padre Salvador Medina, conselheiro geral do Instituto Missionários da Consolata (IMC). "Celebramos hoje o caminho da Consolata no Brasil, país que contribuiu para o mundo na teologia, na espiritualidade, no jeito de ser Igreja, com missionários e missionárias. Hoje, voltamos aqui enriquecidos para dizer muito obrigado". Atualmente, as duas congregações, masculina e feminina juntas, somam quase 2 mil membros provenientes de mais de 20 países e presentes em 31 países de quatro continentes.
A superiora das missionárias da Consolata no Brasil, irmã Anair Voltolini,  destacou a dedicação das religiosas que trabalharam no Seminário, na pastoral, na ação social e em dois hospitais de Botucatu (SP). "As missionárias nasceram para trabalhar em comunhão com os missionários na evangelização e responder às exigências da missão", recordou. Irmã Anair explicou que, para Allamano, não existia meio termo, mas a perfeição. "A missão deve estar na mente, na boca e no coração, em todo ser. Aquilo que eu assumo é pra valer", disse.
O superior provincial do IMC, padre Luiz Carlos Emer, por sua vez, expressou a alegria de estar no "berço da Consolata no Brasil" e afirmou que não se pode ficar no passado, é necessário olhar o presente e o futuro. “A Igreja que recebeu tanto não pode ficar fechada em sua missão. Queremos sair daqui inspirados", exortou padre Luiz.
O clero de Botucatu também esteve presente na celebração. O chanceler da diocese de Botucatu, padre Joenville Antônio de Arruda, leu aos participantes a mensagem enviada pelo bispo local, dom Maurício Grotto de Camargo. “Venho manifestar minha gratidão pela presença missionária ativa e frutuosa da Família Consolata em nossa Igreja particular em Botucatu. Podem sempre contar com nosso respeito, admiração, apoio e orações”, dizia um trecho da mensagem.
Padre Durvalino Condicelli, único missionário da Consolata nascido na cidade, recorda que quase uma centena de missionários trabalharam em São Manuel. "A cidade ficou conhecida por meio deles e dos que levaram o seu nome aos quatro cantos do mundo, inclusive na Coreia do Sul e Mongólia. Ultimamente, os missionários africanos, padres e seminaristas, procuram dar um novo rosto à paróquia. Eles tentam inculcar nas comunidades a verdadeira dimensão missionária da Igreja e a razão primeira da presença da Consolata em São Manuel", explicou padre Durvalino.
A Peregrinação foi encerrada com um almoço de confraternização para cerca de 350 pessoas, no Clube Recreativo da cidade.
Com informações das POM
Fonte: CNBB

Paróquia de Nova Cruz realizará abertura da CF 2015


A Paróquia da Imaculada Conceição de Nova Cruz/RN​ realizará próximo domingo dia 22/02, a abertura oficial da Campanha da Fraternidade. A programação começará às 14h, na quadra de esporte do Colégio de Nossa Senhora do Carmo, com momento de formação sobre tema, lema e objetivos da campanha, com assessoria de membros da equipe arquidiocesana de campanhas. Às 16h, os participantes do encontro, padres e religiosas sairão em caminhada até o bairro São Judas Tadeu, onde haverá missa às 17h, presidida pelo Pároco Pe, Francisco Assis Inácio​. 

Este ano a Campanha da Fraternidade tem como tema: Igreja e Sociedade e lema: “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45).  A Paróquia por meio dos padres e religiosas convoca todos os paroquianos para participarem deste momento de evangelização. Por ocasião da programação de abertura da campanha neste domingo, 22, só haverá missa, às 7h30, na Igreja Matriz, e às 17h, no bairro São Judas Tadeu.



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

RCC realizou Retiro de Carnaval Ágape 2015

A Paróquia da Imaculada Conceição de Nova Cruz, através do Grupo de Oração Renascer da Renovação Carismática Católica, realizou no período de 15 a 17 de fevereiro, mais uma edição do Retiro de Carnaval Ágape. Por mais um o retiro foi sediado na Escola municipal Nestor Marinho.

O Retiro de carnaval Ágape é uma opção alegria, louvor, graças e benção para os fiéis cristão da paróquia de Nova Cruz e região. O ponto principal é a meditação evangelizadora através da palavra de Deus e do tema que é direcionado este retiro, o tema deste ano foi: " Deixai-vos ser conduzidos pelo Espirito Santo" (Gálatas 5,16a).

Confira o que aconteceu no Retiro Ágape 2015:

Palestra: Carlos Alexandre, Natal/RN.
Serviço de lanchonete

Loja de artigos religiosos

Caixa para compra de fichas

Palestra: Pe. Iranildo Augusto, Pároco de Passa e Fica/RN

Palestra: Rafael, Natal/RN

Palestra: Rafael, Natal/RN

Missa: Pe. Iranildo Augusto

Fiéis na Santa Missa, Ágape 2015

Pe. Iranildo Augusto e fiéis

Momento da Eucaristia

Quadra da Escola Nestor Marinho

Palestra: Charles, Natal/RN

Público no 2º dia

Confissão

Cantinho da Criança

Cantinho da Criança

Missa: Pe. Dalmário, Assistente Eclesiástico da RCC/RN

Publico Missa 2º dia

Pe. Dalmário e fiéis

Adoração ao Santíssimo Sacramento

Adoração ao Santíssimo Sacramento

Palestra: Dagmar, Natal/RN

Palestra: Dagmar, Natal/RN

Missa de Encerramento: Pe. Francisco de Assis, Pároco de Nova Cruz

Público missa de Encerramento

Missa de Encerramento: Pe. Francisco de Assis, Pároco de Nova Cruz

Missa de Encerramento: Pe. Francisco de Assis, Pároco de Nova Cruz

Fotos: Robervânio e Helaine

Bispos recordam 10 anos da morte da missionária irmã Dortohy Stang

“A morte de Irmã Dorothy Stang irrompeu com a força da ressurreição. Sua ação, humilde e desconhecida, pequena e quase isolada, multiplicou-se por todos os cantos do Brasil, conquistando corações e mentes e ganhou as dimensões do mundo e do tempo”, expressou o bispo de Balsas (MA) e presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT), dom Enemésio Lazzaris, sobre o assassinato da religiosa.
 A Igreja no Brasil recorda os 10 anos da morte de Irmã Dorothy Stang e sua intensa dedicação à evangelização do povo da Amazônia.
Ontem, 12, o bispo de Xingu (PA) e presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), dom Erwin Krautler, presidiu missa em memória ao martírio da Irmã Dorothy. A celebração ocorreu no Centro São Rafael, em Anapu, onde está o túmulo da religiosa. “Quando enterramos o corpo da Irmã Dorothy, em fevereiro de 2005, repetimos muitas vezes que 'não estamos enterrando Irmã Dorothy, mas sim, estamos a plantando'. Ela é uma semente que vai dar muitos frutos. Queremos celebrar estes frutos e as novas sementes que estes frutos estão lançando”, destaca nota no site da Prelazia do Xingu.
Missionária eterna
A religiosa foi assassinada em fevereiro de 2005. Seu corpo estava na zona rural do município de Anapu, local onde Irmã Dorothy defendia a implantação de projetos de desenvolvimento sustentável na região. A fatalidade repercutiu pelo mundo, retomando o debate sobre os conflitos de terra na Amazônia. 
De acordo com dom Erwin Krautler, os acusados de serem mandantes do crime continuam soltos. O próprio bispo vive na região sob escolta policial por atuar na  defesa da floresta e dos pobres
Para dom Enemésio, o exemplo de Irmã Doroty continua sendo lembrado pelas comunidades do Brasil. “Para defender o direito dos camponeses e a preservação da floresta Amazônica, não teve dúvida em colocar em risco sua própria vida”, disse o bispo.
Fonte: CNBB com informações da CPT. 

CNBB fará abertura oficial da Campanha da Fraternidade 2015

CNBB fará abertura oficial da Campanha da Fraternidade 2015
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizará, hoje, dia 18, a abertura oficial da Campanha da Fraternidade (CF) 2015. A cerimônia terá início às 10h45 e será transmitida ao vivo, direto da sede da instituição, em Brasília,  pelas emissoras católicas de rádio e televisão. Após a abertura, haverá atendimento à imprensa. 
Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a CF 2015 buscará recordar a vocação e a missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.

O bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, presidirá a cerimônia. Estarão presentes representantes do governo e de entidades da sociedade civil. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias de Sousa; o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coelho; e a secretária executiva do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), pastora Romi Márcia Bencke, confirmaram presença.

Na ocasião, será divulgada a mensagem do papa Francisco para a Campanha da Fraternidade 2015.
Fonte: CNBB

Quaresma: “Fortalecei os vossos corações” (Tg 5, 8)




O Papa Francisco dirigiu sua mensagem aos peregrinos presentes na Praça de São Pedro sobre o novo tempo litúrgico que se inicia, a Quaresma:


“Fortalecei os vossos corações” (Tg 5, 8)

Amados irmãos e irmãs,

Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). 


Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.

Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.

Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Fonte:  Canção Nova

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Pastoral do Menor inaugural Gruta Nossa Senhora de Lourdes


A Pastoral do Menor da Paróquia da Imaculada Conceição de Nova Cruz realizou a inauguração da Gruta Nossa Senhora de Lourdes, instalada na sede da pastoral, localizada no Centro Pastoral do Catolé. A solenidade de inauguração aconteceu no dia dedicado a Nossa Senhora de Lourdes, 11 de fevereiro, e contou com a presença dos padres Francisco de Assis, Pedro Cunha, de Nova Cruz, Pe. José Adelson, de Santo Antonio, das religiosas filhas do Amor Divino e Franciscana do Bom Conselho, além do Prefeito Cid Arruda, da Secretária de Educação, Valeria Maria, Major do 8º BPM Genilton Tavares, Miguel Rosa, diretor da 3ª Direc, Fabiano Alves, Gerente do Banco Bradesco e benfeitores da Pastoral do Menor.

Em Nova Cruz a Pastoral do Menor tem uma equipe dedicada que fazem parte da direção composta por Gilma Cunha Lima, diretora-presidenta, Vera Avelino, Lurdete Franco, Gizelda Felipe e Carlos Eduardo. A pastoral desenvolve um trabalho social para 50 crianças, em parceria com poder publico municipal, empresários e pessoas de boa vontade que ajudam a manter o projeto de segunda a sexta, com café da manhã, aula de reforço, lanche, recreação, brincadeiras, almoço e comemorações como dia das crianças. Algumas das crianças assistidas pela Pastoral participam do projeto da prefeitura no curso de Flautas. 

Desde 2005, quando a equipe assumiu os trabalhos na Pastoral do Menor, diversas reformas foram realizadas no prédio do Centro Pastoral do Catolé, onde funciona a pastoral.