segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Celebra-se, a partir de hoje, a Semana Nacional da Família

Começa neste domingo, 10, com a celebração do Dia dos Pais, a Semana Nacional da Família. O momento proposto pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), organismo vinculado à Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vai até sábado, dia 16 de agosto com o tema “A espiritualidade cristã na família: um casamento que dá certo”.
A temática quer ajudar as famílias a vivenciarem a espiritualidade. "São gestos de espiritualidade que podem fazer a grande diferença na convivência dos esposos, no crescimento dos filhos na fé, na renovação da alegria pelo amor que se renova no dia a dia pelo dom da graça de Deus", explica o bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, dom João Carlos Petrini. 
A CNPF preparou vários materiais para auxiliar na vivência da Semana Nacional da Família. Tem destaque o subsídio “Hora da Família”, que possui propostas de sete encontros de reflexão sobre a família e dez celebrações como Dia das Mães, dos Pais, dos Avós, Aniversário de Casamento, cidadania e eleições.
Na Paróquia da Imaculada Conceição de Nova Cruz o Encontro está sendo feito em vários bairros da cidade, com destaque para o bairro Planalto e Cidade do Sol. Os interessados a participar devem procurar os responsavés pelas capela do bairro e pedir informação dos dias e horas dos encontros.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Convite!






O casal Matias Junior e Iracilda, convida todos os devotos de Nossa Senhora
para a reza do terço dia 08/08/2014 às 19h30, na Gruta Nossa Senhora da Conceição,
à  Rua Maria Cavalcante de Melo,85 – Centro- Nova Cruz/RN. Daremos Inicio ao nosso
terço com um louvor a Virgem Maria Mãe de Deus. Desde já, agradecemos a todos e a todas
que vierem participar desse momento mariano.

“Maria é nossa vida, porque nos obtém o perdão!”

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

CNBB divulga nota pelo falecimento de dom Benedicto Ulhôa Vieira


O bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, assinou a nota de pesar da entidade pelo falecimento do arcebispo emérito de Uberaba (MG), dom Benedicto Ulhôa Vieira. No texto, é lembrada sua importante atuação na Igreja, principalmente nas ocasiões em que presidiu o Regional Leste 2 da CNBB, por três mandatos, e quando foi vice-presidente da Conferência. O pronunciamento ainda roga a Deus que "seja-lhe dado participar das alegrias eternas, vida dos que praticaram o bem 'Em nome do Senhor'".
Leia a nota na íntegra:

Nota de pesar pelo falecimento de dom Benedicto Ulhôa Vieira

“Se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só.Mas, se morre, produz muito fruto” (Jo 12,24)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta pesar pela morte de Dom Benedicto Ulhôa Vieira, arcebispo emérito de Uberaba (MG), ocorrida no domingo, 03 de agosto. Recordamos, neste momento, o lema episcopal vivido intensamente por este nosso irmão “Em nome do Senhor”, na confiança da Ressurreição no Cristo, como nos garante a nossa fé.
Dom Benedicto foi nomeado bispo em 29 de novembro de 1971, pelo papa Paulo VI. Na Igreja no Brasil desempenhou importantes atividades como bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo (1972-1978), presidente do regional Leste 2, por três mandatos, e vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de 1983 a 1987. Durante dezoito anos foi arcebispo de Uberaba (MG).
Dom Benedito foi autor de diversos livros e artigos, o que lhe garantiu o título de membro da Academia de Letras do Triângulo Mineiro e do Instituto Histórico e Geográfico.
Em comunhão com os familiares e amigos de dom Benedicto, com o Povo de Deus da Arquidiocese de Uberaba e o arcebispo Dom Paulo Mendes Peixoto, rogamos ao Pai Celestial, que acolha este nosso irmão na morada eterna. Dom Benedicto morreu no Senhor por quem consumiu a própria vida. Seja-lhe dado participar das alegrias eternas, vida dos que praticaram o bem "Em nome do Senhor".

+ Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Realidade eclesial e social é tema da Assembleia de Pastoral da arquidiocese de Florianópolis

A arquidiocese de Florianópolis (SC) promoveu na última quinta, dia 31, a 28ª Assembleia Arquidiocesana de Pastoral, que reuniu cerca de 350 participantes entre sacerdotes, diáconos, religiosos, seminaristas, representantes das novas comunidades e das pastorais, serviços e movimentos das paróquias. O encontro procurou refletir sobre a realidade eclesial e social da arquidiocese à luz dos documentos da Igreja e do Plano de Pastoral, além de aprovar e encaminhar projetos para a ação evangelizadora, apresentar propostas referentes às estruturas pastorais e administrativas e constituir comissões temporárias ou permanentes segundo as necessidades.
Na abertura do evento, o arcebispo metropolitano, dom Wilson Tadeu Jönck, scj, saudou os presentes e afirmou ser esse um momento de grande importância para a caminhada pastoral da arquidiocese. “A palavra de ordem é ir até os que não vêm mais às nossas Igrejas. O último documento aprovado pela CNBB convoca a reorganizar a paróquia. Que seja uma rede de comunidades. As palavras do papa Francisco na Evangelli Gaudium nos exortam a não deixarmos roubar o entusiasmo missionário, a alegria da evangelização e a esperança”, disse dom Wilson. O momento foi seguido pela apresentação do vídeo de boas-vindas aos participantes, por parte do presidente da Conferência Nacional dos Bispos no Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis.
Em decorrência do crescimento populacional da diocese, e em reposta ao documento 100 da CNBB (Comunidade de comunidades: uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia), a arquidiocese de Florianópolis passará das atuais 8 para 13 comarcas. As comarcas pastorais passam a ser denominadas foranias para atender às recomendações do Código de Direito Canônico e às necessidades pastorais.
Os participantes da Assembleia aprovaram ainda a criação de duas regiões episcopais na arquidiocese, a fim de descentralizar os serviços e acompanhar mais de perto as paróquias e foranias, tanto na questão pastoral quanto administrativa. O dia 31 de julho ficará marcado na história da arquidiocese de Florianópolis.
Para o coordenador arquidiocesano de pastoral, padre Revelino Siedler, a assembleia transcorreu como programada. “Conseguimos desenvolver todas as atividades dentro do tempo previsto. Os objetivos foram alcançados. A meta agora é colocar em prática as decisões da Assembleia e fazer com que as paróquias, pastorais, movimentos, serviços e organismos conheçam e assumam os projetos aprovados”, finalizou.
Ao final do dia, a coordenação arquidiocesana de pastoral apresentou a Cartilha “Eleições 2014” e o Estudo 107 da CNBB.
O encontro ocorreu no Centro de Evangelização Angelino Rosa, no município de Governador Celso Ramos, a 36 quilômetros da capital Florianópolis.
Com informações da Arquidiocese de Florianópolis.

Fonte CNBB

Morre, aos 93 anos, dom Benedicto Ulhôa Vieira


O arcebispo emérito de Uberaba (MG), dom Benedicto Ulhôa Vieira, faleceu na tarde do domingo, 3, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado desde o mês passado no Hospital São José, apresentando quadro grave de asma crônica e insuficiência renal.
Em nota, o arcebispo metropolitano, dom Paulo Mendes Peixoto, lamentou a perda do irmão no episcopado. Dom Benedicto foi vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de 1983 a 1987. 
Velório e sepultamento
O corpo de dom Benedicto está sendo velado deste ontem, na Catedral Metropolitana, onde houve missa de corpo presente presidida pelo arcebispo, dom Paulo Peixoto. Em comunicado, a arquidiocese de Uberaba (MG), informou que hoje, às 8h30, o corpo do bispo será transladado para o Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Retornando o corpo para a Catedral, às 12h e 17h serão celebradas missas, em seguida, haverá celebração das exéquias e sepultamento na cripta local.
Trajetória
Dom Benedicto Ulhôa Vieira foi nomeado bispo em 29 de novembro de 1971, pelo papa Paulo VI. Escolheu como lema episcopal “Em nome do Senhor”, desempenhando importantes atividades na Igreja no Brasil. Foi bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo (1972-1978), presidente do regional Leste 2 da CNBB, por três mandatos. Em 1978, foi nomeado arcebispo de Uberaba (MG), onde permaneceu por dezoito anos, sendo responsável pela ordenação de 30 padres, criação de 11 paróquias e a reabertura do Seminário São José.
Dedicou-se aos estudos acadêmicos, obtendo o título de doutor em Teologia pela PUC (SP), em 1953. Escreveu milhares de artigos e diversos livros, entre eles, “Palavras de amizade e fé”, “Pregando sobre as colinas”, “Pregai o Evangelho” e “Entardecendo”, publicado em 2008. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia de Letras do Triângulo Mineiro.
Com informações da arquidiocese de Uberaba (MG). Foto: divulgação. 

Ampliar a evangelização nas universidades e escolas é meta da Comissão para a Juventude

A vivência da vocação na vida em sociedade é recordada pelo bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Eduardo Pinheiro da Silva, em sua carta mensal sobre a evangelização da juventude.
De acordo com o bispo, “ao escutar a voz de Deus que nos chama para um determinado estado de vida e para um serviço qualificado à humanidade, nos sentimos convocados a fortalecer nossas convicções e a ser mais coerentes”.
 Dom Eduardo motiva também as lideranças juvenis para articulação de atividades de evangelização em universidades e escolas de ensino médio, que segundo o bispo, estão “carentes da presença da Igreja em sua missão de educadora”. São sugeridas pistas de ações para esse trabalho nas instituições de ensino, entre elas a criação de espaço de diálogo e o fomento do Setor Universidades, encontro periódicos com os jovens universitários, divulgação dos documentos e mensagens da Igreja, a promoção de fóruns e seminários etc.
“Nos sintamos cada vez mais missionários de uma Igreja edificada na história para exercer sua missão delicada e primordial de educadora de valores e defensora da vida das pessoas”, disse dom Eduardo Pinheiro.
Confira abaixo a íntegra da carta:
Brasília, 1º de Agosto de 2014. 
Caros párocos e demais responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil.
“Todos aqueles que ouviam o menino ficavam maravilhados
com sua inteligência e suas respostas.” (Lc 2,47)
Em diversas partes, as Sagradas Escrituras nos mostram a força da presença de Jesus que“ensinava como alguém que tem autoridade, e não como os escribas e fariseus” (Mt 7,28)! Ensinar “com autoridade” é falar com convicção e coerência. Estes dois elementos são essenciais e complementares. As verdades ensinadas e defendidas só são escutadas com respeito, quando aquele que fala empenha-se em viver aquilo que prega. Por outro lado, este testemunho de vida necessita de fundamentação sólida para ser mais incisivo e duradouro na vida das pessoas.
Entramos no mês de agosto, mês vocacional. É um momento bem propício para revisarmos a vivência de nossa vocação. Ao escutar a voz de Deus que nos chama para um determinado estado de vida e para um serviço qualificado à humanidade, nos sentimos convocados a fortalecer nossas convicções e a ser mais coerentes.
Somos tentados e pressionados por todos os lados e o desafio de viver com coerência a vocação cristã nos impõe aprofundamento da nossa fé. Dentro e fora de nós existem forças que nos obrigam às decisões. Ao lado de nossa tendência de comodismo e fuga, encontra-se uma cultura que avança em diversos aspectos questionando-nos constantemente sobre os fundamentos de nossa fé.
Articular fé e razão se torna, portanto, um imperativo em nossa vocação de discípulos missionários de Cristo. Estamos convencidos de que o processo de amadurecimento da fé exige raízes que lhe garantam consistência, caso contrário estará fadada a se esvaziar diante das crises e dos questionamentos que os dias atuais se nos impõem. Assim, também, a Igreja não admite uma intelectualidade desconectada das outras dimensões da vida humana, inclusive da dimensão religiosa. O ser humano é belo quando considerado em sua totalidade!
Mais do que nunca, a Igreja está sendo chamada a entrar no mundo acadêmico e universitário e exercer sua vocação na história de iluminar a vida, defender os princípios que a dignificam e defendê-la de ideologias relativistas, discriminatórias, manipuladoras, tendenciosas, reducionistas. “À medida que avança o processo de escolaridade, em especial na fase universitária, os jovens se fascinam pela racionalidade das ciências e tecnologias, pela eficiência e organização da sociedade produtiva e do mercado, pelo compromisso com a transformação social, de tal forma que sua fé pode entrar, em alguns casos, em conflito com a razão; mas pode, também, amadurecer com a contribuição dessa razão. A ação pastoral deve favorecer a base intelectual da sua fé para que saibam se mover de maneira crítica dentro do mundo intelectual, acompanhados de vida cristã autêntica para que possam atuar responsavelmente no mundo do qual fazem parte.” (Doc. 85 CNBB, 219)
O Encontro de Revitalização da Pastoral Juvenil no Brasil, acontecido em dezembro passado à luz do Documento 85 da CNBB, ao refletir sobre a 7a. Linha de Ação – DIÁLOGO FÉ E RAZÃO – definiu, assim, para os próximos anos, as duas PISTAS DE AÇÃO:
1.     criar espaço de diálogo sobre o tema fé-razão nas comunidades e no mundo acadêmico;
2.     fomentar o Setor Universidades, articulando as diferentes experiências já existentes.
Nessas prioridades, notamos o pedido para que este diálogo aconteça tanto nos ambientes eclesiais quanto na universidade, por meio da força conjunta das experiências que já existem. Ao contemplar nossos universitários que estão presentes em nossas Comunidades, sentimo-nos responsáveis por auxiliá-los a valorizar a razão para amadurecer a fé; já nos ambientes universitários somos convocados a mostrar que a fé só tem a somar com as reflexões acadêmicas. Mesmo quando estas são questionadas pela fé, percebemos nisso um contributo significativo e não um empecilho para o desenvolvimento e o progresso, afinal de contas a religiosidade é uma das dimensões intrínsecas ao ser humano.
A Igreja pode ousar mais na missão no mundo da cultura. Tanto a Universidade quanto as escolas de Ensino Médio estão, em muitos lugares, carentes da presença da Igreja em sua missão de educadora. Eis algumas sugestões que poderiam fazer a diferença nestes ambientes:
 1)    reunir periodicamente os jovens universitários que frequentam as celebrações eucarísticas paroquiais e, por meio do acompanhamento de um casal designado para isto, auxiliá-los no exercício do diálogo fé-razão, capacitando-os como especiais protagonistas cristãos em suas próprias universidades;
2)    motivar os jovens mais engajados da paróquia a exercitarem a cultura da acolhida e do encontro, organizando uma espécie de “plantão universitário” na paróquia para atender e orientar os jovens que chegam de outras cidades e buscam informações, hospedagem, orientação espiritual;
3)    divulgar os documentos e mensagens da Igreja que versam sobre diversas áreas socioculturais, facilitar sua aquisição e incentivar a leitura, principalmente entre os jovens, para que tomem consciência da posição católica frente a todos os campos que atingem a vida da pessoa humana;
4)    criar, a partir dos próprios universitários engajados na paróquia, subsídios práticos(folders, spots, vídeos, etc.) sobre os conteúdos fundamentais da Doutrina Social da Igreja para serem divulgados de maneira rápida nos ambientes eclesiais e universitários, bem como pelas redes sociais;
5)    promover fóruns e seminários nos estabelecimentos de ensino superior localizados no território paroquial, contribuindo com aprofundamento de temas mais polêmicos com relação à bioética, política, economia, cidadania, sexualidade, etc.;
6)    visitar periodicamente as universidades e escolas presentes no território paroquial, criando vínculos e oferecendo assistência religiosa e serviços pastorais, como missas, sacramentos, palestras, grupos bíblicos, bênçãos, ensino religioso, iniciativas ecumênicas, homenagens em dias festivos, atendimentos, etc.;
7)    descobrir os professores universitários que frequentam regularmente a paróquia e recolher suas sugestões de como a Igreja poderia se fazer mais presente nos ambientes acadêmicos, contribuindo, assim, com a qualidade da cultura, da formação, das reflexões, etc.;
8)    promover e/ou acompanhar a pastoral nas universidades presentes no território paroquial, segundo os documentos e as orientações da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação, Setor Universidades, da CNBB;
9)    solicitar às universidades para que incentivem e organizem grupos de alunos estagiários e voluntários para realizarem projetos sociais nas áreas mais carentes do território paroquial;
10) incentivar a organização da Pastoral da Juventude Estudantil (PJE) nas Escolas de Ensino Médio e a celebração da Semana do Estudante (5 a 11 de agosto), segundo as orientações contidas no site www.pjebr.org.
A edificação do Reino pela Igreja e a construção de um mundo novo, pela sociedade, falam a mesma linguagem quando possuem os mesmos ideais de vida plena para a pessoa humana e para o bem comum. Fé e razão, religião e ciência, são elementos intrinsecamente ligados. Alguns temas comuns avançam quando se somam a força da razão e o valor da fé: democracia, diálogo, felicidade, transparência, direitos individuais, liberdade, justiça, igualdade, respeito, vida plena para todos. “A Igreja continua profundamente convencida de que fé e razão se ajudam mutuamente, exercendo, uma em prol da outra, a função tanto de discernimento crítico e purificador como de estímulo para progredir na investigação e no aprofundamento” (Fides et Ratio, 100).
Peçamos a intercessão de Nossa Senhora para que nos sintamos cada vez mais missionários de uma Igreja edificada na história para exercer sua missão delicada e primordial de educadora de valores e defensora da vida das pessoas.
Com estima e agradecido por tudo aquilo que sua paróquia e estruturas já têm feito a favor dos jovens universitários e das instituições acadêmicas aos seus cuidados, abraço-os a todos com minhas orações.

Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB

Igreja participa de campanha pela dignidade dos idosos


O Centro Sócio-pastoral Nossa Senhora da Conceição, de Mãe Luiza, está à frente de uma campanha em favor da aprovação do projeto de lei pela dignidade dos idosos abrigados. No último dia 24, o vigário paroquial de Nossa Senhora de Lourdes, de Petrópolis e Mãe Luiza, Padre Robério Camilo, e o vice-presidente do centro sócio-pastoral, Ion de Andrade, tiveram uma audiência com o Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha, a fim de pedir o apoio da Arquidiocese de Natal para a realização da campanha nas paróquias. Ion de Andrade explica qual é a importância da campanha: “ela é importante, porque a situação dos abrigos de idosos, hoje, é muito precária. Temos tido aportes, provenientes do município, insuficientes para o funcionamento das casas. Esse projeto de lei servirá para implementar a regulamentação do município com os abrigos, com o intuito de dar maior assistência aos idosos.” Ion de Andrade também explica como as pessoas podem participar da campanha: “Estamos lançando um abaixo-assinado, que será distribuído para que toda sociedade possa assinar. Quando o abaixo-assinado for entregue ao prefeito municipal de Natal, no mês de setembro, queremos que a sociedade tenha se solidarizado com a causa dos idosos que residem em abrigos.”


Para o Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha, é mais do que justo que a Igreja Católica participe e apoie a campanha em favor da aprovação do projeto de lei pela dignidade dos idosos abrigados. “A Igreja jamais poderia ficar ausente desta campanha”, ressalta o Arcebispo de Natal.

A coordenação da campanha vai enviar para as paróquias cópias de formulários, através dos quais as pessoas vão pode assinar, solicitando a aprovação do projeto de lei pela dignidade dos idosos abrigados.

Foto: O Centro Sócio-pastoral Nossa Senhora da Conceição, de Mãe Luiza, está à frente de uma campanha em favor da aprovação do projeto de lei pela dignidade dos idosos abrigados. No último dia 24, o vigário paroquial de Nossa Senhora de Lourdes, de Petrópolis e Mãe Luiza, Padre Robério Camilo, e o vice-presidente do centro sócio-pastoral, Ion de Andrade, tiveram uma audiência com o Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha, a fim de pedir o apoio da Arquidiocese de Natal para a realização da campanha nas paróquias. Ion de Andrade explica qual é a importância da campanha: “ela é importante, porque a situação dos abrigos de idosos, hoje, é muito precária. Temos tido aportes, provenientes do município, insuficientes para o funcionamento das casas. Esse projeto de lei servirá para implementar a regulamentação do município com os abrigos, com o intuito de dar maior assistência aos idosos.” Ion de Andrade também explica como as pessoas podem participar da campanha: “Estamos lançando um abaixo-assinado, que será distribuído para que toda sociedade possa assinar. Quando o abaixo-assinado for entregue ao prefeito municipal de Natal, no mês de setembro, queremos que a sociedade tenha se solidarizado com a causa dos idosos que residem em abrigos.”
 Para o Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha, é mais do que justo que a Igreja Católica participe e apoie a campanha em favor da aprovação do projeto de lei pela dignidade dos idosos abrigados. “A Igreja jamais poderia ficar ausente desta campanha”, ressalta o Arcebispo de Natal.
 A coordenação da campanha vai enviar para as paróquias cópias de formulários, através dos quais as pessoas vão pode assinar, solicitando a aprovação do projeto de lei pela dignidade dos idosos abrigados.

FOTO
LEGENDA: Pe. Robério e Ion de Andrade apresentam campanha ao Arcebispo, Dom Jaime.
CRÉDITO: Cacilda Medeiros.
FOTO
LEGENDA: Pe. Robério e Ion de Andrade apresentam campanha ao Arcebispo, Dom Jaime.
CRÉDITO: Cacilda Medeiros

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Editores buscam unidade na elaboração de folhetos litúrgicos

A Comissão Episcopal para a Liturgia, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizou o Encontro Nacional com os Editores de Folhetos Litúrgicos, de 21 a 24 de julho, no Seminário Santo Afonso, em Aparecida (SP). 
Com a coordenação dos assessores da CNBB, padre José Carlos Sala, frei Faustino Paludo e padre Marcelo Molinero, o evento buscou  formar uma unidade na elaboração dos folhetos a partir do estudo e aprofundamento litúrgico e bíblico.
Cerca de 30 representantes de diversos folhetos litúrgicos do Brasil trabalharam conteúdos como o estudo da teologia e espiritualidade dos ritos iniciais da missa; o estudo do Evangelho de Marcos; as características da música litúrgica e critérios de escolha dos cantos; e a partilha dos principais desafios encontrados no trabalho de elaboração de folhetos litúrgicos.
 Fontye: CNBB

Fórum discute situação dos imigrantes no Brasil


Para compreender o papel das entidades de direito e do poder público com relação aos imigrantes que chegam diariamente à região, começou hoje, 28, em Criciúma (SC), o 1º Fórum das Imigrações do Sul de Santa Catarina. A atividade busca encontrar soluções conjuntas referentes à acolhida, legalização de documentos, obtenção de emprego e cumprimento da legislação brasileira.
Outro interesse do Fórum é compreender os processos da legislação migratória a partir dos tratados internacionais e construir um processo de debates sobre as imigrações no sul de Santa Catarina por meio da criação do Fórum Permanente das imigrações.
As atividades acontecem das 14h às 19h30, no auditório da paróquia São José, em Criciúma, e conta com a “Mesa de Diálogo sobre Imigrações”, que aborda análises sobre o panorama das imigrações no Brasil, as imigrações na região Sul e a legislação desses imigrantes.
As entidades responsáveis pelo evento são: Cáritas Diocesana, diocese de Criciúma, Associação dos Municípios da Região Carbonífera, Assistência Social da prefeitura de Criciúma, Ordem dos Advogados do Brasil, Grupo Corrente por Gana, Movimento Sindical da Região de Criciúma, Conferência dos Religiosos do Brasil, Cruz Vermelha, Grupo Afro, Coordenadoria de Promoção de Igualdade Racial de Criciúma e Anarquistas Contra o Racismo.

Com informações da Cáritas de Criciúma
 

Em sintonia com a CF 2014, ONU lança Semana de Mobilização Contra o Tráfico de Pessoas


Tem início hoje, 28, a Semana Nacional de Mobilização pelo Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. A iniciativa, da Organização das Nações Unidas (ONU), pretende realizar ações de visibilidade para o alerta contra o crime em diversos países, e seguirá até o dia 1º de agosto.
Apontado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) como uma das atividades criminosas mais lucrativas do mundo, o tráfico de pessoas atinge cerca de 2,5 milhões de vítimas. Diante da gravidade da questão, a Assembleia Geral da ONU instituiu o dia 30 de julho como Dia Mundial de Enfrentamento do Tráfico de Pessoas, mesma data na qual foi aprovado, em 2010, o Plano Global de Combate ao Tráfico de Pessoas pela organização.
Há algum tempo a CNBB também se preocupa com o assunto, que este ano, inclusive, foi tema da Campanha da Fraternidade. O bispo de Ipameri (GO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, dom Guilherme Werlang, acredita que a ação da ONU é uma oportunidade para a continuação do debate levantado pela Campanha da Fraternidade.
“A ONU vem ao encontro do que a CNBB vem discutindo ao longo de muitos anos e que teve seu ponto mais alto na última Campanha da Fraternidade. Esperamos que as dioceses levem adiante outras iniciativas para combater esse crime”. Dom Guilherme defende que as pastorais continuem o trabalho de conscientização da população, para que não embarquem nas promessas fáceis que podem ser armadilhas para o tráfico de pessoas, de órgãos ou trabalho escravo.
Paraná engajado na causa
O Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no Paraná (NETP-PR), vinculado ao Departamento de Direitos Humanos e Cidadania (DEDIHC), da Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, também realiza atividades voltadas para Semana de Mobilização contra o Tráfico de Pessoas.
A mobilização ocorre simultaneamente com a campanha Coração Azul, iniciativa do UNODC para conscientizar sobre a luta contra o tráfico de pessoas e seu impacto na sociedade, e ainda inspirar os detentores do poder de decisão a promover as mudanças necessárias para acabar com esse crime. O trabalho é realizado em conjunto com o Ministério da Justiça.
O núcleo pretende promover uma série de atividades de orientação com palestras em estabelecimentos de Ensino Superior, abertas à toda a população, em especial representantes da sociedade civil organizada e gestores municipais e estaduais. Além disso, é prevista a distribuição de material educativo nas ruas com a finalidade de prevenir casos de tráfico de pessoas, bem como a publicação de artigos sobre o tema, juntamente com o calendário da semana de mobilização.
Como forma de demonstrar solidariedade à campanha Coração Azul, o Núcleo de Enfrentamento de Tráfico de Pessoas almeja iluminar o Palácio Iguaçu na cor azul, assim como o Jardim Botânico de Curitiba.

Fonte: CNBB