sábado, 8 de fevereiro de 2014

Fotos do terço do dia 08/02/2014 - Gruta Nossa Senhora da Conceição







Não foi possível  realizar o terço no espaço da Gruta,
por motivo de saúde  de Iracilda. Porém,
foi realizado  na varanda de sua residência.

Gruta Nossa Senhora da Conceição


Pastoral Familiar participou do terço
 Oficio de Nossa Senhora
 Canto
 Pregação da Palavra
 Participantes do terço
 Reza do terço



Concluindo a Pregação da Palavra


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Convite:

Amanhã dia 08/02/2014, haverá a reza do terço na Gruta Nossa Senhora da Conceição,
o casal Matias Junior e Iracilda convida todos para esse momento mariano às 19h30, na
Rua Maria Cavalcante de Melo, 85 - Centro - Nova Cruz/RN.Desde já agradece a quem
comparecer a esse momento de fé e esperança.


"Maria Mãe de Deus, por nós intercedei!".

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Papa Francisco é presenteado com estátua de chocolate

Presente curioso

O Papa provou um pedaço da estátua de chocolate e doou-a para a Cáritas de Roma, para ser saboreada pelos menos favorecidos.
Rádio Vaticano
Papa Francisco é presenteado com estátua de chocolate
Estátua, feita com 1,5 toneladas de chocolate, foi doada à Caritas de Roma (Foto: L’Osservatore Romano)








Uma Associação de Chocolateiros italianos presenteou o Papa Francisco nesta quarta-feira, 5, com uma estátua de chocolate em tamanho real. A escultura foi entregue ao Pontífice após Audiência Geral.
O Presidente da Associação, Mirco della Vecchia, promotor da iniciativa, Paolo Moro e a Academia dos Mestres Chocolateiros, entregaram a escultura ao Santo Padre junto a outras 1,5 toneladas de chocolate, o mesmo peso da escultura.
A confecção da estátua foi uma iniciativa lançada pela Academia dos Mestres Chocolateiros, por ocasião da abertura do 35º SIGEP – uma das mais importantes feiras de doces artesanais do mundo -, realizada em Rímini, Itália, de 18 de janeiro a 22 de janeiro. Após ficar exposta na Feira, a estátua foi trazida ao Vaticano. Cerca de 20 cursistas trabalharam durante quatro semanas para completar a obra.
Segundo o L’Osservatore Romano, Francisco decidiu doar a estátua e as 1,5 toneladas de chocolate à Caritas de Roma, para que ele possa ser saboreado pelas pessoas menos favorecidas. Mas antes, experimentou um pedaço da obra.
O cacau para a confecção da escultura é proveniente de uma pequena cooperativa localizada no Lago Atitlán, na Guatemala.
A estátua de chocolate é um dos tantos presentes curiosos que o primeiro Papa recebeu neste primeiro ano de pontificado, a ser celebrado em 19 de março. Em junho passado ele foi presenteado com uma Harley Davidson – por ocasião dos 110 anos da marca estadunidense – que foi doada em outubro à Caritas e leiloada em Paris.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2014
MENSAGEM

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2014
Terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Boletim da Santa Sé
Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8,9)
Queridos irmãos e irmãs!
Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: « Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza » (2 Cor 8,9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?
1. A graça de Cristo
Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: « sendo rico, Se fez pobre por vós ». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, « esvaziou-Se », para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2,7; Heb 4,15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus « trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado » (ConC. ECum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).
A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – « para vos enriquecer com a sua pobreza ». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Baptista para O baptizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a « insondável riqueza de Cristo » (Ef 3,8), « herdeiro de todas as coisas » (Heb 1,2).
Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10,25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu « jugo suave » (cf. Mt 11,30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua « rica pobreza » e « pobre riqueza », a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8,29).
Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.
2. O nosso testemunho
Poderíamos pensar que este « caminho » da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d’Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.
À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.
O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.
Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.
Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser « tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo » (2 Cor 6,10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, 26 de Dezembro de 2013
Festa de Santo Estêvão, diácono e protomártir
FRANCISCUS

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Seminário de São Pedro celebra 95 anos


O Seminário de São Pedro, da Arquidiocese de Natal, celebra 95 anos de fundação no próximo dia 19 de fevereiro. Para celebrar a data, uma programação festiva foi planejada, com a celebração de um tríduo, no período de 17 a 19 de fevereiro. As celebrações vão acontecer às 19h, seguidas de atrações culturais. O tema será “Seminário de São Pedro: 95 anos oferecendo mãos ungidas para o serviço da fé”. Cada noite haverá uma reflexão, acerca da identidade da vida sacerdotal. A figura do padre será meditada no âmbito de três esferas: 1ª noite: como homem chamado à vida; 2ª noite: como chamado a ser cristão inserido no mundo; 3ª noite: como escolhido por Deus a serviço da humanidade. No dia 20, encerrando as comemorações, vai acontecer a ordenação diaconal de quatro seminaristas: Alan Lago, Erivaldo Barbosa, Idelbrando Medeiros e João Batista Nunes. A celebração vai acontecer às 17h, na Catedral metropolitana de Natal. 

Ainda alusivo ao aniversário do Seminário de São Pedro, estão programadas uma mostra fotográfica e a reedição de um livro histórico, previstas para acontecer no mês de agosto. O Seminário foi fundado no dia 15 de fevereiro de 1919, pelo segundo arcebispo de Natal, Dom Antônio dos Santos Cabral.

Fonte: Arquidiocese de Natal

Paróquia de Nova Cruz planeja CF 2014



Com o objetivo de planejar a Campanha da Fraternidade 2014, o Pároco, Pe. Francisco Assis Inácio convoca todos os coordenadores de Pastorais, movimentos e serviços para reunião extraordinária do Conselho Pastoral Paroquial - CPP. A reunião será sábado, dia 8 de fevereiro, no salão do ECC, a partir das 8h. A reunião do CPP acontece mensalmente todos 4º sábado do mês, porém este mês o Padre Assis fará reunião extraordinária. 


Fonte Pascom da Paróquia Imaculada Conceição de Nova Cruz

Padres participarão do 15º Encontro Nacional de Presbíteros


Pe. José Adelson também representa o clero da Arquidiocese de Natal na 
Comissão Regional de Presbíteros
Crédito: José Bezerra

Os Padres José Adelson Rodrigues, Alcimário Pereira e Abelardo Freitas representarão a Arquidiocese de Natal no 15º Encontro Nacional de Presbíteros, realizado na cidade de Aparecida (SP), no período de 5 a 11 deste mês. O tema do encontro é “Concílio Vaticano II e os presbíteros do Brasil: testemunhas de fé, esperança e caridade”. "Antes de tudo, o padre é um homem de Fé, esperança e caridade, que vem do meio do povo, e deve ser testemunha dessas virtudes", explica o Padre José Maria Ribeiro, presidente da Associação Nacional de Presbíteros do Brasil.

O evento é organizado pela Comissão Nacional de Presbíteros que, desde o ano passado, organizada o Encontro

Fonte: Arquidiocese de Natal

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Curso para Bispos aborda a missão na Igreja


A vida consagrada e a missão dos bispos são temáticas escolhidas para a edição 2014 do Curso para Bispos promovido, anualmente, pela arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ). Os documentos da Igreja Ad gentesPerfectae CaritatisChristus Dominus servem como base para os estudos do episcopado. O curso tem início nesta segunda-feira, 3, e prosseguirá até a sexta, 7.

De acordo com o arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), dom Orani João Tempesta, esta edição do curso é continuação dos estudos e reflexões propostas pelo Concílio Vaticano II.
“Temos aproveitado para revisitar os documentos do Concílio nas comemorações dos seus 50 anos. A cada ano aproveitamos para aprofundar alguns dos temas dos documentos conciliares. Os conferencistas trazem todos os textos e discussões que se sucederam nestes anos, depois da aprovação e divulgação do documento conciliar. Tem sido de uma riqueza imensa”, explica dom Orani.
Entre os conferencistas estão o prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, cardeal Fernando Filoni, e o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, dom João Braz de Aviz.
Consciência Missionária
O cardeal Filoni abordará o documento Ad Gentes, tratando do perfil missionário na atualidade. A palestra irá tratar da consciência missionária e do compromisso de enviar missionários para as regiões de missões e para os continentes fora do Brasil.
“É importante notar que muitas novas comunidades enviam missionários para a Europa, que vive uma profunda crise de vocações. Mas os padres diocesanos também devem se empenhar na abertura ao espírito missionário nos países que nos evangelizaram no passado e nas grandes regiões da Amazônia, que precisam de evangelizadores e anunciadores da Palavra de Deus pelo autêntico testemunho de vida, levando os sacramentos e o encontro pessoal com o Cristo”, comenta dom Orani.
Dom João Braz de Aviz apresentará o documento Perfectae Charitatis, que reflete sobre as questões ligadas à dimensão vocacional e das experiências da vida religiosa.
Outros bispos da CNBB foram convidados como o bispo de Garanhuns (PE), dom Fernando José Guimarães, que abordará as experiências e desafios específicos da Vida Consagrada e o bispo emérito de Petrópolis (RJ), dom Filippo Santoro, com o tema "A missão do bispo à luz do Decreto Conciliar Christus Dominus.
Tradição
O Curso para bispos no Centro de Estudos e Formação do Sumaré começou em julho de 1990, com a presença do então cardeal Joseph Ratzinger e o tema “O ministério Petrino em nosso tempo”. Daquela data em diante, com apenas duas exceções, todos os anos tem sido realizado o evento.

  Fonte: CNBB

Mensagem ao Dia Mundial da Vida Consagrada

Na celebração do 18º Dia Mundial da Vida Consagrada, 02 de fevereiro, o arcebispo de Palmas (TO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, dom Pedro Brito Guimarães, envia mensagem aos Institutos Seculares e de Vida Consagrada.
No texto, o arcebispo destaca que os consagrados têm a missão de "ajudar os homens e as mulheres do nosso tempo a se encontrar com Jesus e ter a alegria de carregá-lo no coração". Dom Pedro recorda as palavras do papa Francisco, na Evangelli Gaudium, na qual disse que a vida consagrada é "um meio privilegiado de evangelização eficaz".
"Neste dia de feliz comemoração dos vossos estados de vida, façamos votos que todas as comunidades paroquiais ou outras formas de comunidades e diferentes famílias religiosas se reúnam para momentos de oração e fervorosa ação de graças", desejou o arcebispo.
Confira a íntegra da mensagem:

Mensagem aos Institutos Seculares e de Vida Consagrada

Amados, amadas de Deus
Tenho Sede!

"Despertem o mundo! Sejam testemunhos de uma forma diferente de fazer as coisas, de agir, de viver! É possível viver neste mundo de forma diferente" (Papa Francisco).
Caríssimos irmãos, caríssimas irmãs, em Jesus Cristo, nosso Salvador, membros dos Institutos Seculares e das Sociedades de Vida Apostólica, a nossa Mãe Igreja faz coincidir o dia da Apresentação de Jesus ao Templo com o dia dedicado aos senhores e às senhoras.
As ricas imagens de Simeão, com Jesus nos braços e a da profetisa Ana, que dia e noite servia a Deus no Templo, nos falam da harmonia que deve haver entre o antigo e o novo no coração de cada consagrado(a) a Deus, qualquer que seja o estado de vida. Como não ver nestas imagens a vida e o trabalho de cada um dos senhores e de cada uma das senhoras, membros dos Institutos Seculares e das Sociedades de Vida Apostólica, homens e mulheres que, de maneira livre e espontânea, total e existencial, vivem, mediante os carismas próprios, a radicalidade do seguimento de Jesus. Toda vocação é boa e bonita. Basta vivê-la em plenitude.
Jesus Cristo é apresentado ao mundo como luz e salvação para o povo de Israel que vivia na expectativa da chegada do Messias de Deus. Como Simeão, devemos, como consagrados e consagradas, ter sempre em nossos corações o desejo do encontro com Jesus e de receber dele a plenitude de vida e de sua graça, que somente Ele pode nos oferecer. Ele é a luz que ilumina nossas vidas e aquece nossos corações. É Ele a esperança última dos corações humanos que não querem morrer antes de o encontrar. É Ele o este sinal de contradição para um mundo que prima .. Ele é a espada que traspassará nossos corações, deixando-os indivisos.
A vida, a vocação e a missão de quem se consagrada a Deus, a exemplo de Jesus, deve também ser um farol que ilumina aqueles que vivem na noite do pecado, da ignorância e do desamor. Ajudar os homens e as mulheres do nosso tempo a se encontrar com Jesus e ter a alegria de carregá-lo no coração é a missão primeira de quem se consagra a Deus na doação total.
As pessoas de vida consagrada, vivida plenamente pelos membros dos Institutos Seculares e pelas Sociedades de Vida Apostólica, são chamadas a ser reflexo da bondade, da misericórdia e da compaixão que vem de Deus. Ao refletir a luz de Cristo na vida cotidiana de silêncio, de escondimento e de inserção no tecido da vida social, os senhores e as senhoras irradiam o bom odor de Cristo e são capazes de gritar com vossas vidas o quanto é importante ser sinal do amor oblativo e criativo de Deus por este mesmo mundo que tem dificuldade de fazer as contas com o mistério de Deus. Não são poucos hoje aqueles ou aquelas que vivem suas vidas como se Deus não existisse. A estes devemos com coragem anunciar a boa nova do Reino.
Devemos ser, neste mundo, sal, luz e fermento, pois “a Igreja cresce, não por proselitismo, mas por atração; como Cristo atrai tudo para si, com a força do seu amor, a Igreja atrai quando vive em comunhão, pois, os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou” (DAp 159).
Caros e caras, o papa Francisco, na Evangelli Gaudium, com uma frase lapidar, define muito bem o que os senhores e as senhoras são na e para a Igreja: “os religiosos tem na sua vida consagrada um meio privilegiado de evangelização eficaz. Pelo mais profundo de seu ser, eles situam-se de fato no dinamismo da Igreja, sequiosa do Absoluto de Deus e chamada a santidade. É desta santidade que dão testemunho. Eles encarnam a Igreja desejosa de se entregar ao radicalismo das bem-aventuranças” (EG, 69).
Hoje muito se fala da crise pela qual passa a vida consagrada. É preciso, enfim, nos debruçarmos com atenção sobre esta questão para identificar as razões de tal situação e as possíveis respostas para amenizar os efeitos danosos de tal crise. Mais do que uma crise da vida consagrada enquanto tal, o que está em crise hoje é nossa capacidade de entregar completamente nossa vida a Jesus; o que está em crise são nossas escolhas, o nosso testemunho, a nossa vivência do Evangelho. Diante deste estado de coisas, devemos ritmar  nossos passos no caminho de Jesus, descobrindo que Ele nos dá tudo aquilo que nos faz plenamente felizes. Por Ele, vale a pena deixar tudo e arriscar a vida. Somente Ele pode saciar nossa sede e nossos desejos de paz e de felicidade que se aninham em nosso coração.
Por fim, constatamos com alegria que os Institutos Seculares e as outras formas de vida apostólica vão, aos poucos, encontrando seus lugares na Igreja e no mundo, manifestando a força transformadora do Evangelho de Jesus Cristo. É importante que a vocação e a missão dos senhores e das senhoras sejam cada vez mais valorizadas, estimuladas, visibilizadas e testemunhadas, a fim de que a Igreja seja realmente uma comunidade plena de dons e de carismas.
Neste dia de feliz comemoração dos vossos estados de vida, façamos votos que todas as comunidades paroquiais ou outras formas de comunidades e diferentes famílias religiosas, se reúnam para momentos de oração e fervorosa ação de graças. Vivam este dia que o Senhor fez para os senhores e as senhoras como dia de oração, reflexão, revisão de vida e confraternização.
Aproximamo-nos daquele que é Vida Plena e somente nele encontremos nossa alegria e nossa esperança!
Que o bom Jesus nos carregue em seus braços e ilumine nossas vidas.

Com minha benção!

Dom Pedro Brito Guimarães
Arcebispo Metropolitano de Palmas e
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os
Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada
 Fonte: CNBB

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Papa Francisco participará de Encontro da RCC

O Papa Francisco deverá participar da XXXVII Convocação da Renovação Carismática, a ser realizada no Estádio Olímpico, em Roma, nos dia 1 e 2 de junho de 2014 sob o tema: “Convertei-vos. Acreditais. Recebam o Espírito Santo. Por uma Igreja missionária”. Foi o que informou o Escritório da Renovação, por ocasião da conclusão da VIII Assembléia Nacional realizada em Fiuggi, de 24 a 26 de janeiro.



Será a primeira vez que o Papa Francisco entrará num dos ‘Aerópagos’ da capital italiana para encontrar-se com os cerca de 50 mil fiéis esperados, vindos de toda a Itália e de diversas partes do mundo.

“A notícia da presença do Santo Padre na Convocação da Renovação suscita em mim – comentou o Presidente da RCC, Salvatore Martinez – uma gratidão amorosa de um filho que olha o cuidado, o afeto, a força, a liberdade do pai. Por ocasião da minha audiência privada com o Papa Francisco em 9 de setembro, havíamos falado da nossa Convocação. O Papa já estava informado a respeito e manifestou o desejo de participar. A notícia ficou sob embargo até a Vigília do Natal, quando chegou a comunicação oficial da Secretaria de Estado. Hoje a anunciamos publicamente, junto ao programa de Convocação”.

A Porta-voz da RCC, Martina D’Onofrio, comentou por sua vez que “a presença do Papa Francisco será um fato histórico na história da Renovação. E acontece no ano em que, transferindo o evento eclesial da Feira de Rímini ao Estádio de Roma, a RCC quer salientar a vontade em apoiar o Santo Padre na sua obra de ‘renovação eclesial’, colocando a própria experiência espiritual no coração da Igreja e a serviço do mundo, a partir das indicações que o Pontífice expressou com eloqüência na Exortação Evangelii gaudium”.

Local: Cidade do Vaticano
Fonte: Rádio Vaticaco