terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Festa de São Sebastião começa nesta segunda-feira 11, em Nova Cruz



Os moradores do bairro São Sebastião, em Nova Cruz, vivenciarão os festejos em honra do padroeiro, São Sebastião, a partir desta segunda-feira, 11 até o dia 20 de janeiro, com programação religiosa e social. Este ano a festa tem como tema: A exemplo de S. Sebastião, sejamos verdadeiras testemunhas da misericórdia de Deus! Confira abaixo a programação de abertura:

19h - Hasteamento das bandeiras
19h e 30 min. – Celebração Eucarística
Presidente:  Mons. João Bosco Francisco do Nascimento (Caiçara/PB). Concelebrantes: Pe. Francisco de Assis Inácio e Pe. Antônio Roberto Gomes de Lima  
Noiteiros: Pastorais: Liturgia e Dízimo; Coroinhas e Comunidade São Judas
Ministério de música: Coral da Imaculada.

ECC promovem 6ª carnaval dos casais



Os casais do ECC da Paróquia da Imaculada Conceição de Nova Cruz promoverão o 6ª carnaval dos casais, dia 30 de janeiro, na quadra de esportes da Escola Municipal Nestor Marinho, a partir das 20h. A animação ficará por conta da Orquestra Agreste Potiguar. Os interessados devem procurar os casais do ECC para adquirir da camiseta do evento. 

Modelo da camiseta

Orquestra Agreste Potiguar



domingo, 10 de janeiro de 2016

20 anos da Gruta Nossa Senhora da Conceição


Os 20 anos da Gruta Nossa Senhora da Conceição foi marcado com a presença de centenas de fieis devotos da Imaculada Conceição. A comemoração dos 20 anos de instalação da Gruta na casa do casal Junior e Iracilda aconteceu na última sexta-feira, 08 de janeiro, e contou com a presença do pároco de Nova Cruz, Pe. Francisco de Assis, que na ocasião fez a reflexão do Evangelho.

Momentos de louvores a Nossa Senhora, recitação do terço, testemunhos da jovem Aline, afilhada do casal e membro da comunidade Shalom, que falou da importância se sua devoção mariana, além do testemunho de Iracilda sobre as diversas curas recebidas por meio da intercessão da Mãe de Deus, fizeram parte da programação. 
















quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O casal Matias Junior e Iracilda através da Gruta Nossa Senhora da Conceição, convida todos os fiéis de Nossa Senhora, para participarem do 20º Aniversário da citada Gruta, amanhã dia 08/01/2016 às 20 horas, à Rua Maria Cavalcante de Melo, 85 –Centro- Nova Cruz/RN. Contamos com vossas presenças. Que o menino Jesus que nasceu do ventre de MARIA, venha nos trazer Muita paz, saúde e harmonia.”Que nossa casa seja um lugar onde Deus possa entrar e habitar no meio de nós!

Salve Maria!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Votos de paz para o ano novo

Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)


Durante os últimos dias, muitas vezes escutamos e repetimos “Votos de Feliz Ano Novo”. Por vezes as palavras soam como meros formalismos, mas outras vezes também vem carregadas com profundos sentimentos. Pessoalmente, ao formular os votos de “Feliz Ano Novo”, desejo que as pessoas se sintam abençoadas por Deus e, particularmente neste ano, que se sintam amparadas pela misericórdia divina. Ainda no contexto do Natal, desejo que as pessoas sintam o abraço carinhoso do Menino Jesus que é o rosto da misericórdia do Pai e a proteção de Maria, a Mãe da Misericórdia.
A Igreja Católica, desde 1966, convoca suas comunidades a que, no dia 1º de janeiro, quando também celebramos a festa de Maria Mãe de Deus, elevem a Deus preces pela Paz Mundial. Os papas publicam uma mensagem com o convite à paz, enfocando temas específicos. Para este ano, a mensagem tem como título Vence a indiferença e conquista a Paz. O Papa propõe ações que levem a superar a “globalização da indiferença”, que se manifesta com Deus, com o próximo e com a degradação do meio ambiente  “Nestes e noutros casos, a indiferença provoca sobretudo fechamento e desinteresse, acabando assim por contribuir para a falta de paz com Deus, com o próximo e com a criação”.
Apesar de reconhecer as dificuldades existentes, o Papa mostra-se otimista em relação ao futuro da Paz no Mundo. Diz ele: 
Embora o ano passado tenha sido caracterizado, do princípio ao fim, por guerras e atos terroristas, com as suas trágicas consequências de sequestros de pessoas e perseguições por motivos étnicos ou religiosos a ponto de assumir os contornos daquela que se poderia chamar uma «terceira guerra mundial por pedaços», alguns acontecimentos incitam-me a renovar a exortação a não perder a esperança na capacidade que o homem tem, com a graça de Deus, de superar o mal, não se rendendo à resignação nem à indiferença. Tais acontecimentos representam a capacidade de a humanidade agir solidariamente, perante as situações críticas, superando os interesses individualistas, a apatia e a indiferença.
Como Bispo, uno-me ao Papa Francisco para convocar as lideranças comunitárias, os governos e pessoas de boa vontade, a que, nos votos de “Feliz Ano Novo” também incluamos os desejos de paz para as famílias e para a sociedade. E, mais do que isto, que aproveitemos os festejos do Ano Novo para nos comprometer em ser solidários e fraternos. “No espírito do Jubileu da misericórdia, cada um reconheça como se manifesta a indiferença na sua vida e adote um compromisso concreto que contribua para melhorar a realidade onde vive, a começar pela própria família, a vizinhança ou o ambiente de trabalho”.
Votos de feliz e abençoado Ano Novo!
Fonte:CNBB

É tempo de recomeçar

Bispo de Erexim (RS)


Estimados Diocesanos! Estamos deixando para a história o ano de 2015, marcado inicialmente por perspectivas no campo político, social e econômico pela sociedade brasileira, com a tomada de posse dos eleitos na esfera federal e estadual, para conduzirem a nação brasileira e cuidar do bem-estar do seu povo pelos quatro anos posteriores. Mas, infelizmente o que vimos foi uma tempestade de corrupção, envolvendo homens públicos e grandes corporações. Na economia, tivemos uma retração, levando milhares de trabalhadores a perderem o emprego, indústrias e estabelecimentos comerciais fechando as portas e a classe empresarial, pisando no freio em relação a novos investimentos ou mesmo tentando sobreviver em meio à falta de perspectiva em relação ao futuro.
Ao longo da história, as crises vêm e vão, governos passam, mas, além das realizações, ficam as feridas que precisam ser curadas e enfaixadas na vida do povo. Não é tempo para entregarmos a vida e os nossos projetos ao desânimo, à falta de esperança, ao acaso, às sombras, à escuridão como se não pudéssemos ver um sinal de luz no fim do túnel. Não é tempo para chorarmos o que perdemos ou deixamos de fazer, embora isso possa ter deixado feridas na alma, mas de começarmos um ano novo com vigor e ardor redobrados para vencermos os desafios pessoais da nossa vida, dos nossos projetos e da nossa sociedade brasileira.
Celebramos, há poucos dias, o Santo Natal, contemplando a força de Deus, na fragilidade de uma criança, no pequeno e “desprotegido” menino Jesus, a “luz do mundo”. E foi justamente a esperança de encontrar esta “luz” que moveu os reis magos a partirem, guiados por uma estrela, sem saberem ao certo aonde iriam parar, mas não deixaram de se colocar a caminho, como celebramos neste domingo, solenidade da Epifania do Senhor. 
Por isso, quero agradecer a todas as pessoas que, nas comunidades e na sociedade em geral, se dispuseram a trabalhar com disponibilidade e amor pelo Reino de Deus e pelo bem comum da coletividade em 2015. Tivemos bonitos gestos e ações de solidariedade e de caridade cristã em favor dos mais necessitados. Que 2016, marcado pela celebração do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, nos motive ainda mais a sermos misericordiosos uns para com os outros, lembrando a misericórdia que Deus tem por todos nós. A minha gratidão e o meu muito obrigado aos colaboradores e ao querido povo da nossa Diocese. 
Tende todos, um bom domingo e um abençoado 2016.
 Fonte  CNBB

Ano Novo

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba (MG)

 

Começamos 2016 conectados com a Manifestação (Epifania) do Menino que motivou a Festa do Natal. O envolvimento com Jesus Cristo implica compromisso com os valores do Evangelho, gravados no coração de cada pessoa. Começar com autenticidade, fazendo do novo ano um tempo vinculado com as exigências do projeto de Deus.
A vontade do Senhor, em relação às pessoas, é que sejam unidas, superando a insegurança, a falta de paz e todo mal-estar provocado pelo mundo da violência. Vontade que se revela nos atos de responsabilidade, no compromisso com a coletividade e até no combate do mosquito da dengue. Podemos ser culpados no caso de epidemia na sociedade.
A infidelidade a Deus pode ocorrer quando deixamos de praticar o direito e a justiça para com os mais fragilizados. A falta de solidariedade significa impossibilidade de amar a Deus sem ser justo com quem nos rodeia. Então, não é impossível construir uma vida saudável e fazer dos novos tempos ganhos positivos na vida.
Mas o projeto que causa vida feliz está assentado na cultura da inclusão. Este é o espírito natalino, do clima festivo do final de ano, que deve motivar a história do ano que começa. Não pode ser uma prática apenas de ideologia, de descompromisso real. Nos dizeres do Papa Francisco, “escancarar” as portas do coração para os irmãos.
Diz a sociologia que somos frutos do meio em que vivemos. Portanto, todos nós podemos contagiar os outros para fazer o bem. Esta foi a prática de Jesus. Manifestou-se de forma positiva, usando seu tempo com qualidade para construir ambientes sadios. Não podemos deixar que a falta de tempo impeça a qualidade dos nossos relacionamentos.
Neste novo ano, não deixemos que o nível de religiosidade, que acompanha a trajetória da vida das pessoas e das comunidades, esteja acima da prática da justiça social e da fraternidade. Essas são duas questões fundamentais para equilibrar a identidade natural da convivência, de forma objetiva na caminhada do ano. É com estas reflexões que desejamos um 2016 cheio de fecundidade para o Brasil
Fonte:CNBB.

1º do Ano: Paz

Dom Aldo Pagotto
Arcebispo da Paraíba


O novo ano inicia-se com a Jornada Mundial pela Paz, cuja mensagem é dirigida à cidade e ao mundo, “urbi et orbi”, pelo Papa Francisco. Em síntese ele afirma: “Vencer a indiferença e conquistar a paz”. A indiferença globalizada ameaça a paz. Deus não é indiferente. Importa-Lhe a humanidade. Deus não a abandona. A indiferença em relação a Deus supera a esfera íntima do indivíduo e se projeta na esfera pública e social. A busca da glória de Deus se reflete na construção da justiça e no compromisso pela paz. O esquecimento e a negação de Deus induzem o homem a não reconhecer qualquer norma acima de si mesmo, produzindo crueldade e violência sem medida. De fato, as ideologias totalitárias têm origem no orgulho, na vaidade, no egoísmo. A indiferença para com o próximo é a atitude de inércia e apatia diante de situações de injustiça e grave desequilíbrio social. A persistência na injustiça gera descontentamento e acirra os conflitos. Cedo ou tarde isso estimula a insegurança e leva à violência.
Muita gente prefere ficar surda ao grito de angústia da humanidade sofredora. Prefere nem se informar. Vive o seu bem-estar, o seu conforto. Sem nos dar conta, tornamo-nos incapazes de nos compadecer dos dramas que muitos sofrem. Se eu estou bem, comodamente instalado, esqueço-me dos outros. Meu coração cai na indiferença. Eu me encontro relativamente bem, confortável. Esqueço-me dos que não estão bem. Não me interessa os problemas, as tribulações, as injustiças que outros sofrem. Não me interessa me ocupar com eles. O que sucede com eles não me compete. Deve ser de responsabilidade de alguém. A indiferença e o desinteresse constituem uma grave falta ao dever que cada pessoa tem de contribuir - na medida das suas capacidades e da função que desempenha na sociedade, para o bem comum, especialmente para a paz, um dos mais preciosos bens da humanidade. Entanto o Pai nunca faz isso!
A indiferença, a frieza, o comodismo pessoal são péssimos exemplos que contaminam os relacionamentos familiares e sociais. A indiferença pelos outros, pela sua realização, sua dignidade, seus direitos, seus deveres, (etc.) configura-se como uma perversa cultura, preocupada exclusivamente com o lucro, o poder e o prazer. Hoje isso se reflete na política e nos políticos, cada vez mais desacreditados pela opinião pública. Qual é a diferença entre um político honesto e competente, e o oportunista interesseiro?
O primeiro ocupa-se com o bem comum e apresenta projetos, com garantia de capital humano, técnico e financeiro. O segundo é parasita e se aproveita de situações, sobretudo quando não há planejamento para nada. Esse, ou já roubou ou vai roubar.
Fonte:CNBB

Um ano que começa

Dom Murilo S.R. Krieger
Arcebispo de Salvador (BA)


Está começando um novo ano. Por isso, cumprimentamos os amigos, os conhecidos e quem encontramos, repetindo-lhes: "Feliz ano novo!" Há, no coração de todos, a esperança  de que o ano de 2016 será melhor do que o ano que passou.
É possível que o corre-corre, comum de todo final de ano, não nos tenha possibilitado um momento de reflexão, um exame do que representou para nós o ano que terminou. Se isso realmente aconteceu, perdemos muito. Perdemos a oportunidade de olhar para cada acontecimento com mais objetividade. Tivéssemos feito uma revisão do que vivenciamos ao longo dos últimos doze meses, as alegrias vividas apareceriam em toda a sua riqueza e mesmo nossos momentos difíceis acabariam sendo melhor compreendidos. A recordação das pessoas que conhecemos e das amizades que aprofundamos nos fariam superar ideias pessimistas. Descobriríamos que tanto os momentos alegres como os difíceis nos amadureceram e ajudaram a mudar nossa maneira de encarar a vida.
Na dimensão nacional e internacional houve, sim, desentendimentos, profundas manifestações egoístas, roubos, guerras, fome, multidões de pessoas se deslocando de um país para outro... Mas, quanto a humanidade caminhou, progrediu e se enriqueceu com novas descobertas e invenções? É verdade que muito do progresso feito não levou em conta o bem do ser humano, que deveria estar sempre no centro de qualquer decisão. Seria até ingênuo negar que em muitos setores e situações o ser humano ficou até mais pobre, uma vez que se tornou escravo da técnica, do prazer pelo prazer e da matéria. Por outro lado, devemos lembrar os atos de bondade que a Imprensa não registrou: os inúmeros gestos de dedicação feitos no silêncio de muitas casas, creches e hospitais e os livros escritos, alimentando a esperança no coração de muitos...
Por mais completa que tivesse sido nossa reflexão, contudo, não teríamos sido suficientemente objetivos em nossas análises. O ideal é que pudéssemos, como Michel Quoist manifestou em um poema, subir muito alto, acima de nossas cidades, acima do mundo, acima do tempo, para purificar nosso olhar e enxergar tudo com os olhos de Deus. Aí, sim, poderíamos ver o ano que passou como o Pai o viu. Teríamos a exata dimensão do que 2015 representou em nossa vida e na caminhada da humanidade.
Verificaríamos que, em meio a tanto ódio, desgraça e pecado, a humanidade, faminta, esteve à procura da paz e do amor - de um amor que fosse capaz de saciar seu desejo de felicidade. Pois esse amor existe; essa paz é possível. Foi isso que pudemos perceber na recente celebração do Natal. Quando Jesus, a "Palavra de Deus" - isto é, Sua expressão verdadeira -, assumiu a nossa natureza humana e passou a viver no meio de nós, nossa vida adquiriu novas perspectivas. Agora, a humanidade não caminha mais sem rumo; ela é conduzida por um impulso de amor, em direção daquele que é o único capaz de saciar sua inquietação ("Fizeste-nos para Ti, Senhor, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti" - Santo Agostinho).
Tivéssemos feito tais reflexões, nasceria em nosso coração uma dupla obrigação: de agradecimento e de pedido de perdão. De agradecimento por termos constatado que o Pai caminhou conosco, animando-nos, perdoando-nos e nos dando a possibilidade de tirarmos proveito até de nossos erros. De pedido de perdão não só por nosso egoísmo, que se manifestou em muitas ocasiões, mas sobretudo por não termos sabido perceber em nossa vida e na de todos os que nos cercam os sinais de amor que ele semeou para que pudéssemos encontrá-lo a cada hora e sempre.
Se ainda fizermos essas reflexões, poderemos esperar muito de 2016.
Fonte: CNBB

Festa dos Co-padroeiros de Natal encerram dia 06


Os Santos Reis Magos estão sendo festejados desde o dia 02 de janeiro, no bairro de Santos Reis, em Natal, com uma vasta programação. Os santos são co-padroeiros da cidade de Natal. As atividades, no dia 02 terão início às 18h, com carreata, saindo da Catedral Metropolitana, com destino ao Santuário dos Santos Reis, onde haverá hasteamento das bandeiras e celebração de missa, presidida pelo padre Rodrigo Paiva, capelão do Colégio Nossa Senhora de Fátima.

Nos demais dias a programação será a seguinte: Dia 03 – 12h – ângelus; 17h – missa; 19h30 – Tríduo e bênção do Santíssimo Sacramento. Dia 04 – 06h30 – missa; 12h – ângelus; 19h – Tríduo e bênção do Santíssimo Sacramento. Dia 05 – 05h – caminhada penitencial com destino ao Forte dos Reis Magos e celebração de missa; 12h – ângelus; 19h30 – Tríduo e bênção do Santíssimo Sacramento.

Já no dia 06 de janeiro, encerramento dos festejos, as atividades terão início às 06h, com alvorada festiva. Às 07h haverá celebração de missa, presidida pelo padre César Luiz, vigário paroquial da Paróquia da Sagrada Família. Às 09h, missa dos peregrinos, que será transmitida pela Rádio Rural de Natal. Às 11h terá celebração do sacramento do batismo. Às 16h os fiéis poderão participar da procissão com os co-padroeiros da capital potiguar, culminando com a celebração de missa, às 18h, presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira, marcando as comemorações pelos seus 20 anos de episcopado.

Fonte: Arquidiocese de Natal